Urb Park


Liberdade é viver perto de tudo!

Aproveite tudo o que você queria de um empreendimento em uma das melhores localizações da cidade!

  • 1, 2 e 3 dormitórios, todos com duas vagas de garagem
  • Academia

  • Piscinas adulto e infantil
  • Salão de Festas
  • Coworking
  • URB Service (espaço de recebimento de encomendas)
  • Horta compartilhada
  • Espaço Kids
  • Espaço Pet
  • Bicicletário
  • Oficina com ferramentas de uso compartilhado

  • 3 tomadas USB por apartamento
  • Gerador de energia para áreas de uso comum, atendendo a uma tomada na cozinha em cada apartamento

A melhor opção para quem quer ter praticidade, qualidade de vida, segurança e infraestrutura

Conheça o Hygge Home Menino Deus

Hygge é uma palavra dinamarquesa usada pra reconhecer um sentimento ou momento especial.


Pode ser sozinho ou com amigos, em casa ou fora, comum ou extraordinário, é sempre acolhedor, charmoso, caloroso.


Hygge é presença de espírito, comprometimento, prazer, calor humano, acontecendo o tempo todo e em cada gesto e detalhe do seu dia a dia.
Hygge Home Menino Deus é uma postura aplicada em todos os aspectos da sua vida, na forma de ambientes reconfortantes e convidativos, criando EXPERIÊNCIAS ÚNICAS e GRATIFICANTES.

São apartamentos de 1 dormitório com 34 ou 41m² privativos e opção para uma vaga de garagem, localizado no Travessa Dirceu nº 35, próximo ao Parque Marinha do Brasil e orla do Guaíba.

O Terraço Condominial Hygge foi projetado para valorizar experiências: aqui cada momento é especial. Espaços conceituais para desfrutar as boas coisas da vida, numa atmosfera calorosa e aconchegante que traduzem o significado do estilo de vida Hygge.

Alguns diferenciais do empreendimento:
– Ponto de água para geladeira
– Espera para split
– Churrasqueira em todos os apartamentos
– Ampla janela no living
– Ventilação natural no banheiro
– Tubulação de água quente (gás natural)
– Tampo de granito e cuba sobreposta no banheiro
– Terraço condominial com vista panorâmica
– Fachada com parede verde
– Elevador

Consulte nossa Central de Vendas e conheça o Hygge o quanto antes!

Conheça o Blend Cidade Baixa

 

Conheça o BLEND CIDADE BAIXA, o mais novo empreendimento lançado no bairro.

Localizado na João Pessoa, de frente para a Redenção, o BLEND contará com apartamentos de 1 e 2 dormitórios, fitness, salão de festas e um terraço com uma linda vista do parque.


Muito próximo à UFRGS e ao complexo Santa Casa, é uma ótima opção também para investimento.

Entre em contato com nossos corretores e saiba mais!

Crise Impõe Planejamento Rigoroso em Condomínios

Os brasileiros sentem no bolso, as consequências da atual instabilidade econômica do país. Diante deste cenário, síndicos e administradores de condomínios precisam ser mais criteriosos com o planejamento financeiro para o novo ano.

“Com a crise que estamos passando é necessário que as pessoas façam um planejamento realista”, afirma o presidente do Secovi-Ba, Kelsor Fernandes. Um bom planejamento financeiro, portanto, deve começar pelo diagnóstico das despesas correntes do seu condomínio.

Escalas de funcionários mal feitas e horários desajustados, por exemplo, são problemas comuns que ocasionam acréscimos significativos, uma vez que incidem também sobre as obrigações sociais, mas que podem ser revistos.

Além disso, a previsão orçamentária para 2017 deve considerar os reajustes que ocorrem invariavelmente de um ano para outro.

“Síndicos e administradores devem ter na cabeça que em janeiro provavelmente haverá reajustes de salários de funcionários de condomínio”, diz o presidente do Secovi-Ba. Deve-se atentar sobre o quanto esses reajustes acrescem a taxa condominial, já que seu aumento impacta diretamente no bolso dos condôminos.

“É preciso que o síndico ou o administrador tenham conhecimento e cuidado, para que não se cobre um valor muito alto”, explica Fernandes.

Contratar especialista

Se for de interesse do condomínio, pode-se contratar profissionais especializados ou empresas de administração de condomínios para tal serviço.

Fazer um planejamento financeiro de forma detalhada é importante também para se precaver dos gastos surpresas e da inadimplência.

“É comum, quando há um aumento na taxa condominial, o aumento da inadimplência”, explica o advogado Thiago Pacheco, especialista em direito imobiliário. “Por isso ele deve já prever uma sobra do orçamento para suprir (essa demanda)”, diz Pacheco.

A parte financeira, atenta o advogado, deve ser bem clara, disposta em lançamentos contábeis explicados e arrumados por tipos de despesa e de receita. “Categorizar e estabelecer um limite para cada tipo de despesa, ainda permite aos moradores questionar e cobrar do síndico”, afirma.

Precaver-se incluindo no orçamento uma verba destinada à manutenção é outra forma de evitar maiores problemas ao longo do ano.

Reduzir despesas

Para diminuir o valor da conta de água, um dos campeões de custos no orçamento dos condomínios, é indicado que se façam verificações periódicas nas unidades para sanar vazamentos.

Neste quesito, cabe ao síndico ser atuante e proativo. “É de suma importância que o síndico esteja sempre em contato com seus condôminos e distribua avisos no elevador ou circulares alertando sobre a necessidade da economia de água”, diz Fernandes.

A interação entre os moradores e administração condominial é ainda mais importante em negociações no caso de inadimplência, uma dívida que se tornou mais perigosa.

“A inadimplência deve ser logo cobrada pelo síndico, mas de forma amigável”, reforça Fernandes. Com o Novo Código de Processo Civil, que entrou em vigor em março de 2016, a execução dessa cobrança ficou mais rápida, incentivando a procura por acordos extrajudiciais.

Mais um motivo para a participação dos condôminos neste primeiro trimestre, quando são realizadas as assembleias para aprovação das contas do ano anterior e aprovação do orçamento para o próximo período. “É importante que participem e estejam atentos, porque uma vez aprovadas as contas na assembleia, elas não podem ser alteradas judicialmente”, afirma Pacheco.

Fonte: A Tarde
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Pesquisa indica reaquecimento do mercado imobiliário em Porto Alegre

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O Índice de Expectativa do Mercado Imobiliário (IEMI) de outubro, realizado pela Alphaplan Inteligência em Pesquisas, confirma a tendência de crescimento do setor em Porto Alegre. O dado de outubro de 2016 é o melhor desde o início da medição, em agosto do ano passado. A pesquisa ficou em 112 pontos, crescimento de 2,9% em relação a setembro. Há exatos 12 meses, era de 84,6 pontos. O zero seria o pessimismo absoluto e o 200 o otimismo absoluto. Este foi o primeiro mês em que todos os players estão acima do nível de 100 pontos.

“O processo de estabilização e melhora vem sendo construído desde fevereiro deste ano em índices sucessivamente melhores mês a mês”, afirma o diretor do instituto e economista Tiago Dias. Além do sazonal aquecimento de final de ano na economia como um todo, esse movimento de melhora das expectativas poderá se traduzir em um reaquecimento importante neste momento, mesmo que em níveis menores aos já experimentados no auge do último ciclo imobiliário.

Fonte: O Sul

Conheça o Fortini Urban Lifestyle

O Fortini Urban Lifestyle é versátil, moderno e muito bem localizado, para quem precisa se mover rápido na área central de Porto Alegre, para quem tem espírito jovem e cosmopolita sabe bem as vantagens de uma vida “sem carro”, ideia que tem tudo a ver com o Fortini (Habitação sem estacionamento), mas com bicicletário para você ir e vir curtindo um estilo de vida mais saudável.

Localizado em frente ao Edel Trade Center, ao lado do Duo Concept (hotel e salas comerciais), ao lado UFRGS e ao atravessar a rua o Parque Farroupilha (Redenção), mobilidade rápida para estudantes, executivos, jovens ou solteiros convictos. Mesmo que não atenda o seu perfil ou suas necessidades o Fortini é um excelente investimento imobiliário, para aluguel convencional ou para curtas temporadas.

Studios com dormitório e living conjugados, banheiro, ventilação direta em todos os cômodos, cozinha e área de serviço de integrados, duas esperas para Split, espera para aquecedor a gás, espera para interfone com vídeo portaria e infraestrutura para automação.

Edifício com excelente padrão de acabamento, piso porcelanato nos corredores, elevador para 8 pessoas, portaria remota, sistema de segurança com câmeras nas áreas comuns, bicicletário, medidor de gás e hidrômetro de água individualizados, salão de festas na cobertura entregue equipado.

Consulte nossos corretores: (51) 32265477 – 993323598 (WhatsApp).

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Caixa lança nos próximos dias medidas de incentivo a crédito imobiliário

A Caixa Econômica Federal vai anunciar nos próximos dias um novo pacote de medidas para ampliar as concessões de crédito imobiliário, disseram à Reuters duas fontes com conhecimento direto do assunto.

As medidas, aprovadas pelo conselho de administração do banco estatal na última terça-feira, incluem corte de juros nas linhas habitacionais com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), maior fonte de recursos do banco para financiar o setor.

Esta é a primeira medida abrangente de uma instituição financeira de repasse de juros menores ao tomador, após o Banco Central ter reduzido a Selic na semana passada, no primeiro corte da taxa básica em quatro anos.

O pacote da Caixa também deve incluir o aumento da cota financiável. Além disso, o maior financiador habitacional do país considera aceitar como parte da entrada imóveis com valor inferior a 100 mil reais, hoje o piso praticado pelo banco.

Consultada, a Caixa informou que há medidas em estudo para estimular o financiamento imobiliário, mas que ainda não houve definição a respeito.

Outra medida considerada pela Caixa é o uso de um sistema de amortização que mescla características das tabelas SAC (Sistema de Amortização Constante) e Price.

Tradicionalmente, a Caixa usa apenas a SAC, entre outras razões porque o risco de inadimplência é menor, dado que o valor das prestações é cadente ao longo do tempo.

Porém, como as parcelas iniciais são maiores, especialmente num período de juros mais altos, muitas propostas de crédito têm sido recusadas, quando os proponentes não podem pagar uma prestação inicial superior a 30 por cento da renda familiar.

Como a tabela Price, de prestações constantes, tem parcelas iniciais menores, várias dessas propostas até então recusadas poderiam ser aprovadas pela Caixa. A contrapartida é que nesse sistema o juro total pago ao longo do financiamento é maior.

Por no passado ter sido alvo de processos judiciais questionando o uso da tabela Price, o banco ainda discute se vai adotar esse modelo misto.

As medidas vêm no momento em que o setor imobiliário segue amargando os efeitos da profunda recessão do país, com construtoras apurando números recordes de distratos e baixando preços para tentarem reduzir estoques. A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) prevê que a atividade no setor neste ano seja a pior desde 2009.

Este será o segundo pacote de incentivos da Caixa ao setor imobiliários em pouco mais de três meses. Em julho, a Reuters antecipou medidas do banco para o setor, incluindo elevação do teto do valor de imóveis financiáveis, do percentual da cota e financiável para imóveis de valores maiores, além de condições facilitadas para construtoras.

A Caixa tem um orçamento original de 93 bilhões de reais para financiamento imobiliário em 2016, mas na primeira metade do ano só havia emprestado 39 bilhões de reais.

O governo federal prepara um grande evento para anunciar as medidas, com a presença do presidente Michel Temer, em meio aos esforços para melhorar as expectativas com a economia do país.

Essa movimentação levou a Caixa a suspender a assinatura de um acordo com a construtora MRV, prevista para esta quinta-feira, do primeiro projeto do faixa 1,5 do programa de habitação popular Minha Casa Minha Vida.

Fonte: Reuters.

Estudo aponta mais confiança no setor imobiliário

Em parceria com entidades, empresa desenvolveu esquema de pontos para analisar expectativa de todas as partes envolvidas no segmento

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A confiança dos envolvidos no setor de imóveis (construtores, corretores e compradores) mostra o maior índice desde o primeiro semestre do ano passado. É o que aponta estudo feito pela Alphaplan, empresa especializada no serviço. Produzida em parceria com Sinduscon e Creci do Estado, a pesquisa começou em julho de 2015 e, desde então, apontava pessimismo no Índice de Expectativa do Mercado Imobiliário (Iemi),desenvolvido pela Alphaplan Inteligência em Pesquisas, com a cooperação técnica de Sinduscon, Creci e Rede Gaúcha de Imóveis. De acordo com os organizadores, o trabalho, nos moldes que foi feito, é inédito.

O Iemi é uma somatória de pontos baseada no que todos os envolvidos no setor pensam a médio, curto e longo prazos. Alguns dados de mercado também são analisados, e os números viram um índice, que vai de 0 a 200. Em julho do ano passado, o Iemi  era de 84,2. Em janeiro, caiu para 74,2, o mais baixo índice registrado. Em setembro, na última medição divulgada, chegou a 109. Conforme a Alphaplan, zero é pessimismo total, 100 pontos significa estabilidade e 200 seria otimismo total.

– Os números vão continuar subindo, mas a velocidade pode ser menor. O processo de estabilização do setor é um pouco mais longo. Em um mês, pode cair um pouco, mas certamente a gente está em um caminho de recuperação – analisa o economista e diretor da Alphaplan Inteligencia e Pesquisa, Tiago Jung Dias, que avalia o mercado há 15 anos e desenvolveu o índice.

O analista acredita que, para crescer, o mercado da construção civil precisa trazer “propostas diferentes”, sobretudo na parte financeira, para se adequar à crise. É preciso deixar claro para o consumidor que ele terá resposta financeira com o investimento, o que, para concretização do negócio, pode pesar mais do que a qualidade do empreendimento em si.

Preço ainda é incógnita
Sobre o valor dos imóveis, ele avalia que a instabilidade do mercado impossibilita cálculos precisos.

– O mercado de imóveis residenciais ainda tem mais espaço para se desenvolver, é cíclico. Entrou em crise com o país, e agora volta a crescer. A gente espera que em 2021 esteja no topo, mas o caminho até lá é de recuperação, só depois vem o crescimento. Enquanto houver pressão do estoque nas incorporadoras, não dá para falar em aumentar o preço dos lançamentos – resume.

Entre todas as “pontas” envolvidas no setor, os mais otimistas são os que, normalmente, têm mais informações sobre o mercado: as incorporadoras. Na avaliação delas, atingiu 125,2 pontos. Os consumidores ficaram logo atrás, com 111,5. Os menos confiantes em uma recuperação a curto prazo são os intermediários dos negócios: os corretores. Entre as imobiliárias, o Iemi atingiu 90,3 pontos.

Fonte: ZH Imóveis.

O que pode causar a desvalorização de um imóvel

Na hora de avaliar o valor de um imóvel, existem determinados pontos que contam para valorizá-lo. Boa localização, vista agradável e bom estado de conservação são alguns exemplos. Todos esses são elementos que garantem mais conforto e tranquilidade aos potenciais compradores. 

Mas existem outros itens que devem ser avaliados na compra e venda de imóveis: os que levam à sua depreciação. Para fazer um melhor atendimento ao cliente, é essencial que o corretor também tenha conhecimento destes pontos. Você sabe quais são eles?

1. Mau estado de conservação 

Um dos principais pontos que contribuem para a desvalorização do imóvel é um estado de conservação ruim. É preciso pensar do ponto de vista do comprador, que precisará gastar um bom dinheiro com reformas e pinturas. Isso vale tanto para o interior do imóvel quanto para o seu exterior: se a fachada estiver mal cuidada, dificilmente alguém vai fazer uma boa oferta pela propriedade.

2. Falta de segurança

Quando uma pessoa compra um imóvel ela leva em consideração uma série de fatores e a segurança é um dos principais. Ninguém quer comprar uma casa em um bairro onde os assaltos são constantes, certo? Por isso, este é mais um fator que deprecia a casa ou apartamento. Também é por isso que condomínios costumam ser mais procurados e valorizados.

3. Gramas e jardins malcuidados

Mesmo que a casa apresente um espaço ao ar livre bacana, isso não servirá para atrair mais compradores interessados se houver grama alta, mato e pouco cuidado com o jardim. Piscinas sujas e folhas espalhadas também não contribuem para a beleza do lugar. Por isso, pode valer a pena fazer uma boa limpeza no local antes de agendar visitas com clientes.

4. Decoração excessiva

Também é preciso ter cuidado com a decoração. O ideal é que o imóvel tenha um estilo clean, cores brancas e poucos móveis. É claro que isso nem sempre é possível, mas, de maneira geral, é bom evitar muitos objetos espalhados pela casa e excesso de cores. Assim, o potencial comprador não tem uma má impressão do imóvel, mais pessoas se interessam pelo espaço e não é preciso reduzir consideravelmente o valor para garantir a venda.

5. Ausência de garagem

Mesmo que o comprador não tenha carro, é provável que ele tenha planos para comprar. Por isso, boa parte dos seus clientes considera a existência da garagem antes de fechar o negócio. Quanto mais garagens o imóvel tem, maior é o seu valor. Em contrapartida, quando não há garagem disponível, o imóvel vale menos.

6. Pouco espaço

Quartos pequenos, sala conjugada com a cozinha e falta de áreas de lazer são pontos que reduzem o valor do imóvel. Quem investe um valor alto na compra, espera conforto, certo? Para isso, é preciso espaço. Por isso, de forma geral, quanto menor for a área da casa ou apartamento, menor é o seu preço.

Fonte: TecImob.

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